GRÊMIO ESPORTIVO
BLACK POWER
DO IPIRANGA


Álbum de família: D.Neusa, Cleusa, Célia (Primeira-Dama do clube) e Branca.

"Minha família reune as maiores personalidades que tem no clube. Meu falecido pai, Lauro Corrêa, enquanto pôde, foi muito presente na vida do time, e minha mãe, Neusa Silva Corrêa, eu considero a presidente de honra do Black Power, pois ela sempre nos ajudou, deu força à equipe, lavou uniformes, alimentou o time e abrigou jogadores em nossa casa", conta Branca.

"Meu irmão Vitamina (Nélson Mário Corrêa), faz muita falta ao Black. Ele, além de ser um dos fundadores, me auxiliava muito e tocava importantes projetos no clube", lastima o presidente.

A verdade é que Édson Aparecido Corrêa, o Branca, é conhecido e admirado na várzea paulistana, justamente pelo seu apego e dedicação ao clube, um filho, que ele concebeu, acompanhou os primeiros passos, e, agora orgulhoso, vê crescer e tornar-se respeitável.

 

Este simpático e sorridente administrador de empresas, de 46 anos, destina seu tempo, dinheiro, carinho e trabalho ao Black Power, clube que ele dirige até hoje desde a sua fundação.

E não pensem vocês que Branca ocupa um cargo burocrático de presidente. Mais do que isso, ele luta, organiza e não mede esforços para ver o seu Black Power brilhar, além do mais, é, há 27 anos, o técnico da equipe.


Reunião de dirigentes para sorteio
das chaves na 2ª Copa Black Power.

Outras personalidades que podem ser destacadas, são nomes de ex-jogadores que fazem parte da história do time. São eles: Ataliba, ex-craque do Corinthians; Mardoni, que vestiu a camisa do Grêmio de Porto Alegre; Toinho ex-São Paulo F.C; Denizinho que atuou no Palmeiras; Assis, da Seleção Brasileira; Benassi que jogou na Portuguesa de Desportos; Cleto que passou pelo Palmeiras; Jorginho, que atuou no júnior do Corinthians; Paulo Sérgio, ex-Santos F.C; Carlão do Saad; Churrasco que defendeu o alviverde do Parque Antártica; Mossoró, ex-Corinthians; Papel que foi do Palmeiras; Betão que atuou no Santos F.C e no Universidade de Guadalajara, do México; Vita do U.R.T; Ruy Ramos que foi para o futebol japonês; Osni que jogou no Palmeiras; Alexandre Bueno do Botafogo; Ruberlei que atuou no futebol mexicano, Paulo Faria do júnior do São Paulo F.C; Valtinho ex-Portuguesa de Desportos; Sauá que jogou em Presidente Prudente; Alfredo que defendeu o tricolor paulista, além dos mais famosos, Dinei, ídolo do S.C Corinthians Paulista; Dodô do Santos F.C, e Robson Pontes que joga no Bayer Leverkusen, da Alemanha.

Na 6ª Copa Black Power, destaque para Robson Pontes, craque do Bayer Leverkusen.
Betão, que atuou no Black entre 1973 e 1977, posa ao lado do Rei Pelé.
Mesmo de costas, Dinei é inconfundível. A foto mostra a participação do craque no time do Black Power, no Desafio ao Galo de 1996.
Zé Sérgio, um dos ídolos do clube, recebendo o troféu como melhor jogador em campo, no Desafio ao Galo, de 1988.
Zé Sérgio, que por mais de 20 anos defendeu o azul-preto-e-branco, do Ipiranga e Edizeu que atuou por 10 anos na equipe.
Ao centro, Ruy Ramos, destaque no futebol japonês.
Feras que atuaram no time: Cleto, Léo e Jorginho.
Relíquia do Black Power: Sauá e Paulinho Faria, eternos ídolos do time, posam para foto de 1975.