MELLA PÉ

FUTEBOL E SAMBA

Um clube sem presidente.
Onde cada um
conhece sua função.

Cargos burocráticos, atas de reuniões e estatutos fogem à realidade do Mella Pé Futebol e Samba. Muito longe disso, eles procuram realizar suas atividades dentro do clube, da maneira mais corriqueira possível, sempre com bom humor e diversão.


Diretores e colaboradores posam ao lado dos troféus.

Sua atual diretoria é composta por: Ramiro Jorge Albino, Luis Carlos de Farias, Givaldo Ferreira do Nascimento, Nélson Lopes dos Santos e Ricardo do Valle. "No Mella Pé, não existe presidente, vice, nada disso, apenas uma diretoria onde todos os seus membros conhecem bem as suas funções", conta Ramiro.

"O dia-a-dia de um clube amador não é fácil. Como não temos um patrocínio forte, pedimos, muitas vezes, auxílio à comunidade", relata Ricardo. "Se bem que assim é mais gostoso, pois temos que batalhar muito para conseguir as coisas, então, quando o time ganha, parece que a nossa alegria é dobrada".
Paróquia Santo Antônio:
Uma força a mais para a equipe.

O clube, que possui campo próprio, agora está preocupado em montar sua nova sede. O lugar escolhido é o estabelecimento comercial de Valdo Pereira Filho, o conhecido Bar do Valdo, na Vila Mazzei. "Estamos arrumando nossas coisas numas dependências atrás do bar, para onde vamos levar todos os nossos troféus e fardamentos", fala Ricardo. "É para cá que a gente vem depois de todas as partidas do Mella Pé".
Valdo Pereira Filho.

No time, onde já atuaram grandes craques do futebol nacional e mundial, como Mossoró, do Corinthians, Atlético Paranaense, Cascavel e Brasil de Pelotas; Bahia, que atuou no Bragantino, Botafogo, Portuguesa Santista e Monterrey do México; e Gílson que jogou no Nacional, Mirassol e CRB de Alagoas, existe ainda a preocupação com os projetos sociais.

Super Galo 1992. No destaque, China, que atuou no Grêmio Portoalegrense.
Desafio ao Galo 1990. À esquerda, Bahia, um dos destaques do Mella Pé.

"Fazemos sempre, no nosso campo, festas para as crianças das favelas vizinhas, Vila Albertina e Piqueri. Montamos barraquinhas e trazemos palhaços", alegra-se Ricardo. "O que queríamos mesmo, era fazer uma escolinha de futebol para essas crianças, mas infelizmente, não temos verba para desenvolver nossas idéias".

Campo próprio: Orgulho do
time da Vila Mazzei.