"Praça:
nem melhor,
nem pior. Diferente"
Como
em quase todos os times amadores, a vida do Unidos da Praça
não é fácil. Sem patrocínio e sede própria,
o clube enfrenta inúmeras dificuldades. "No momento,
não temos nenhum patrocínio. Porém, possuir
um campo é um orgulho para nós", alegra-se o
presidente.
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Campo
próprio: um orgulho do Unidos da Praça.
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No
campo, situado a rua Juciri 125, existe uma área onde a diretoria
planeja construir uma sede. "Queremos montar uma sede com salão
de festas, para reunir o pessoal depois dos jogos e fazer nossas
comemorações", diz Gordinho.
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Diretoria
posa com o time.
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Este mesmo imóvel abrigará ainda, uma escola de computação,
mobral e cursos destinados à comunidade carente, principalmente
as crianças. "Esses são os nossos planos para
o futuro. Gostaríamos também, de desenvolver uma escolinha
de futebol".
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Em
pé: Quinha, Darcio, José Carlos, Rincón (União de Suzano),
Hud (Lençolense), Evandro (União de Suzano), Gisleno, Guri
e Jacinto. Agachados: Beto, Carlinhos, Bebeto (Santa
Catarina F.C), Clô (Espírito Santo), Carlos, Lorel e Marcus
(atuou seis anos em clubes da Costa Rica).
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Mas,
para que os planos saiam do papel, é preciso dinheiro. "Dinheiro
é um problema para nós. Eu, com a ajuda do meu irmão,
Eduardo Donizeti Marfisa, bancamos o time sozinhos", lamenta
Gordinho. "Ajudamos os jogadores com cestas básicas
e agora estamos cercando nosso campo".
| Na
atual diretoria do Unidos da Praça trabalham: José
Carlos, Eduardo, Pedrão, Kiko, Jacinto, Beto, Sílvio,
Gonzaga e Delei, este último, trata-se do único
fundador que ainda permanece na equipe. |
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Kiko,
Zé Carlos, Miguel e Du, dirigentes do Praça.
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